O QUE É IMPORTANTE
A seguir, depois de cear tomou também o cálice e, tendo dado graças, deu-lho, dizendo: “Bebei dele todos; porque este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vós para a remissão dos pecados; fazei isto, todas vezes que o beberdes em memória de mim.”
Sl 33:4. Porque a palavra do Senhor é reta e todo o seu proceder é fiel.
Eis aí palavras sacramentais de uma instituição divina e palavras de um testamento divino.
O apostolo Paulo declara que o corpo e o sangue de Cristo estão presentes:
1 Co:10-16 Porventura o cálice da benção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é a comunhão do corpo de Cristo? 1 Co:11-27 Aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será o réu do corpo e do sangue do Senhor; Mc 14:24 Isto é o meu sangue, o sangue da aliança; Gl 3:15 Ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga, ou lhe acrescenta alguma coisa. Aí está o motivo da santa missa, ou porque nos reunimos: conforme ordem de Cristo: “fazei isto em memória de mim”, como se estivesse a dizer: Não esqueçam nunca o motivo pelo qual vim ao mundo: para morrer por vocês para que tenham vida em meu nome. E aqui, lembram vocês, está o meu verdadeiro corpo e sangue para ser comido e bebido, sob o pão e o vinho, por vocês meus seguidores que se regozijam com estas palavras “Dado e derramado em favor de vós para remissão dos teus pecados.” Por estas palavras nos são dadas no sacramento remissão dos pecados, vida e salvação. Pois onde há remissão dos pecados, há também vida e salvação. Conforme Lutero em seu Catecismo Menor, e quem tem vida e salvação o que mais poderia desejar!? Então, graças e louvores sejam dados a cada momento a estas palavras do nosso Deus. Honrando-o assim, com gratidão e reverência porque acreditamos em suas promessas e o adoramos por ser o único Deus. Deste modo estamos também cumprindo o seu primeiro mandamento, visto que não adoramos a hóstia consagrada, como fazem os católicos. Isto acontece, por que como ensina Roma: o padre teria o poder de transformar pão e vinho no corpo e sangue de Cristo, com isto fica este material em um cálice que é conservado e, inclusive, publicamente adorado quando carregado em procissões, como por exemplo: no dia de “Corpus Christi”. No entanto, uma mentira, ainda que sobreviva por mais de mil anos jamais ganhará o status de verdade! Acreditamos, porém, que o comungaste só recebe o corpo e o sangue de Cristo no momento da distribuição, por força e poder das palavras divinas que dizem: “Isto é o meu corpo; e este é o meu sangue” A sobra deste material é simplesmente pão e vinho. Então! Graças e louvores sejam dados a quem? Aos elementos contidos no cálice? Ou às potentes e promissoras palavras de Jesus Cristo? Que se constitui em espírito e vida. Conforme João Cap.6:63.
Por Jesus Cristo!
Nosso Senhor e Salvador! Amém!
Ildo
Borges Fernandes

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