O Concílio de Nicéia

 

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 O Concílio de Nicéia - Ano 325

Achei estranho ouvir aí um número de 1800 bispos no tal concílio! Minhas fontes é que havia naquele tempo um número muitíssimo menor. Pouco mais de cinco. Ao menos um bispo para cada comunidade cristã existentes naquela época. O de Jerusalém, outro para, Antioquia, Alexandria, Grécia e o de Roma. Ao convocar o Concílio de Nicéia, Constantino teria salvo a igreja de Deus da extinção. Tal foi a importância daquele concílio. A cristandade não passava de um grupo de teimosos seguidores dispostos a não abandonar a fé no Senhor Jesus! Teria sido por causa deles que teria surgido a expressão “Batismo de Fogo”? Não sei. Não abandonar a fé, embora, diariamente, testada, era a meta. Que tal uma prova como esta para os cristãos de hoje?  Conta a tradição que o tal rei, teria tido uma visão: Uma cruz no céu, com as palavras, “sob este sinal vencerás” teve então a idéia de pintar este sinal nos capacetes de cada soldado e, assim ocorreu, passando então, a obter vitórias em suas batalhas. Convencido de que devia isto ao Deus dos cristãos, resolveu então, ajudá-los em sua desesperada causa. Atacando, de imediato, o principal dos problemas! Como se não bastassem o estado de abatimento, já descrito, deparou-se com a principal ferramenta de satanás que estava por minar aqueles poucos que haviam escapado da espada dos algozes romanos: A fé na divindade de Jesus, seria o golpe final de satanás para por fim ao que ainda restava do cristianismo! Isto, graças à heresia ariana que os estava dividindo (partidários do bispo Ário, que pregavam a não divindade de Jesus.) Se Jesus não é o verdadeiro Deus, só nos resta nos juntar a Pedro que perguntou: “... Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna”. João 6.68. Então, não faz diferença se nos juntar ao budismo, hinduismo, islã, etc. O cristão é aquele que confessa com Davi, em seu conhecido Salmo 23: - O Senhor é o meu pastor, nada me faltará... Ou, é aquele que se renova – Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.” Salmo 51.8-12

 Ário não teve a graça de crer em: “Eu e o Pai somos um. João 10.30 – “E quem vê a mim, vê aquele que me enviou João 12.45 – “... quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou.” João 5.23

 Pergunta: Por que cremos que Jesus Cristo é verdadeiro Deus? –  (Catecismo Menor de Lutero)

Resposta: A Escritura lhe atribui nomes divinos, qualidades divinas, obras divinas e honra divina. 1 João 5.20 Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. - Romanos 9.5 Deles são os patriarcas; e também deles descende o Cristo segundo a carne, o qual é sobre todas as coisas, Deus bendito eternamente. Amém. -

João 20.28 Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!  - Jeremias 23.6 e este é o nome de que será chamado: O SENHOR JUSTIÇA NOSSA.

 O concílio, nos contemplou com a sólida e maravilhosa confissão de fé:  “O Credo Atanaziano.” No qual, se restabeleceu a fé no Deus trino: Não são três deuses, mas um só Deus, revelado em três pessoas: O Pai, a quem se atribui a obra da criação, o Filho, a obra da salvação. E o Espírito Santo, a que se atribui a santificação. Dos demais Símbolos Apostólicos, o Credo Niceno e Apostólico, não há consenso para se afirmar que tenham surgido da mesma fonte. Também coube a este rei, a fundação do império de Constantinopla, cuja duração foi até 1453. No qual teria empregado muitos, ou todos, os cristãos, agora livres das perseguições! Com isto, também protegeu a igreja grega. Há quem lamente este fato, teria ocorrido aí um ostracismo, cristãos acomodados podem serem diferentes, fracos, mais ou menos, do tipo cristãos só de nome. Algo que não agrada ao Senhor.

Nada consta que ele tenha mudado o sábado para o domingo como dia da adoração cristã! Tal fato só ocorreu no Século VIII quando o papa confirmou uma prática iniciada desde Atos 20.7, quando se reuniam, no primeiro dia da semana, para o ‘partir do pão’ e também por ser ‘o Dia do Senhor’, Ap 1.10, que conforme o latim, a palavra ‘Domingo’ é igual a ‘O Dia do Senhor’  

 Que o Senhor continue a abençoar a sua igreja até o dia derradeiro!

Por Cristo! Nosso Senhor e Salvador!

 Amém!

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