À Procura da Felicidade
Então! Já vistes o filme: cujo título coincide com o nosso tema? Se ainda não, fica a dica: Vale a pena o investimento, me pareceu um bom trabalho dos homens de Hollywood. Toda história está centrada na pessoa do protagonista. O ator Will Smith.
Também não é outro o tema que mais fascina o homem através
dos tempos. Alguém já disse: A felicidade consiste na conquista do pão e do
amor. E é a mais honrada de todas as lutas que se envolve o ser humano. Também
pode ser a mais cruel e verdadeira da qual ninguém escapa. Muitos são os que se
dão mal, indo engrossar os fichários criminais, ou acabar nas gavetas dos
necrotérios, ou ainda, da mesa de um bar à uma valeta qualquer de onde alguém
recolhe o corpo! Mas nesta luta parece ter um lado cômico, é o que afirmam
aqueles que mesmo não sendo vencidos, não chegam a porto algum! Por isso se faz
necessário a advertência do poeta: "Viver é lutar". Pois não podemos
desistir dos ideais mais nobres: Servir
ao nosso semelhante, certamente nos dará satisfação e um sentido de valor à
nossa existência. Porém, mesmo assim, ainda estamos à procura da tal
felicidade! E, afinal, onde e quando a encontraremos?
Voltando ao nosso filme, onde encontramos um herói lutador e
de uma notável persistência que ao final consegue juntar muito dinheiro e por
conseqüência a posse da dita felicidade, como sugere o filme. Ainda que ele não
confesse ser feliz, mas é o que se deduz! Ou quem sabe se perguntado ele não
diria: - Olha, quando eu pelejava pelas ruas de São Francisco, de lá para cá,
eu acho que me sentia mais feliz que agora! Outro dia, vi na TV uma reportagem
com um destes famosos da mídia, aliás, uma celebridade internaci-onal, - Um tal
Doutor Beleza. Este ao que tudo indica, um vencedor, e agora desfruta dos louros
da vitória vivendo em Nova York. O dito doutor, em visita ao Brasil, foi
conduzido pelo pessoal da Televisão a um humilde lugar no qual ele passara a
infância, um subúrbio do Rio, onde declarou: "Aqui passei os dias mais
felizes da minha vida!" Surpresa, não é? Juro que pensei numa resposta
bem diferente: Algo como: belas praias. lindas
mulheres, carrões, mansões, algo que, normalmente, se associa à grandeza,
beleza, ou mesmo, prazeres! - E agora?
Mas, é exatamente assim, o que nos
acontece! Eu quando criança me sentia aprisionado aos limites da educação
imposta pelos meus pais, então ansiava pelo dia de adulto. Como serei feliz
quando eu crescer, pensava! Ainda que não conhecesse preocupações, contudo
aquela ansiedade por melhores dias me atormentava! A não ser que alguém afirme
que o importante é a ignorância própria da idade, que apenas mais uns bombons,
ou, um novo brinquedo pode proporcionar momentos de indizível felicidade!
Isto soa como uma música da Jovem Guarda onde o personagem
afirma que quando criança: - “por dentro eu ria satisfeito e mudo, eu era um
homem e entendia tudo. ... Hoje só com os meus problemas... Sou uma criança e
não entendo nada!” Não muito diferente o
grande Sócrates, respeitável filósofo que o mundo conheceu, já afirmara: - Só
uma coisa sei: - É que nada sei! Foi mais um que não encontrou a dita
felicidade! No entanto, nesta lista, ninguém superou, negativamente, Jean Paul
Sartre, filósofo francês que afirmou: - “O mundo não tem razão de ser e é um
absurdo que exista!” A esperança aqui caiu para zero!
Entretanto, nesta questão temos que dar graças ao Pai que nos
leva ao fim desta procura, quando nos dá a fé das criancinhas para que viemos a
crer nele! Confira Marcos 10.15. Pois, o homem, jamais será feliz afastado
daquele que o criou! A dúvida, ou a incerteza é quem nos mata, resultado da
descrença nas promessas de Deus, encontradas na sua palavra, a Bíblia. São
Paulo, em carta a os coríntios nos diz que o homem natural nada entende destas
cousas, elas não passam de loucura. Por isso é necessária a pregação da pregação
da palavra de Deus, para que o homem, orgulhoso e pecador, se convença da sua
imperfeição a que também chamamos de pecado e o seu triste fim, o inferno.
Deste ponto em diante a mesma pregação lhe mostrará a solução de Deus para esta
natureza condenatória e infeliz, que é a pregação do Santo Evangelho, a Justiça
de Deus, a nosso favor declarando aos arrependidos, nada mais, nada menos, que
o perdão da parte do Senhor, por causa dos méritos de Jesus Cristo, Nosso Senhor
e Salvador! “Quem beber da água que eu lhe der não terá mais sede”. Declarou
Ele à mulher samaritana, ao lado do poço de Jacó. E, quem vive e crer em mim
não morre, mas passará desta para a vida eterna.
Acredite, esta é a felicidade preparada para nós,
por aquele que mais nos amou. Sacrificando-se na humilhante cruz, a fim de que
o Pai Celestial nos perdoe todos os nossos pecados! O que fecha com Santo Agostinho que ensinava: O coração humano jamais encontra descanso pleno nas
coisas passageiras deste mundo, mas somente em Deus. Sua frase mais famosa
sobre isso está logo no início da obra Confissões:
- “Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em
Ti.” Para Santo Agostinho, o ser humano pode experimentar alegrias, prazeres e
conquistas terrenas, mas a felicidade completa e duradoura — aquilo que ele
chamava de “bem supremo” — só é encontrada na comunhão com Deus.
Por Jesus Cristo!
Nosso Senhor e Salvador!
Amém! Ildo
Borges Fernandes
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