Toma e Come
Toma e Come
<Nosso Senhor Jesus Cristo, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e o deu aos seus discípulos, dizendo: Tomai, comei: isto é o meu corpo que é dado a morte por vós; fazei isto em memória de mim. A seguir, depois de cear tomou também o cálice e, tendo dado graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; porque este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vós para a remissão dos pecados; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.> (Mt. 26. 26-28; Mc. 14. 22-24; Lc. 22. 19-20; 1 Co. 11. 23-25)
Palavras de um testamento de uma Instituição Divina, conforme Lutero em seu Catecismo Menor de 1525, e Jesus amplia: “Passará céus e terras, mas minhas palavras não haverão de passar”. Para o bem ou para o mal ninguém há de esquecer o mais importante feito do Senhor Jesus Cristo! Para aqueles que estão na bem-aventurança há o sentimento de gratidão e o constrangimento de levar em frente a sua Ordem: “Ide, e pregai o evangelho...” que é a razão de ser de qualquer igreja que se considere “Cristã”!
Não é à toa que estas palavras se encontram no centro da missa, embora há de se lamentar o seu uso inadequado, e pecaminoso, uma vez que elas não expressam a santa vontade do Altíssimo! Quantos são aqueles que saem da igreja agradecidos a Jesus por seu sacrifício pelos seus pecados? O enfoque dado por Roma à estas palavras leva os ouvintes a acreditarem, não em Cristo, mas na própria igreja! Tanto é verdade que ela pode até aplicar os seus muitos méritos à outros que, sequer, precisam estar presentes: Ex. Missa pelos mortos, missa de corpo presente, missa de ação de graça e, sabe-se lá quantas outras intenções? Se não está de acordo com a santa vontade, uma coisa, porém, é certa: tem rendido milhões aos cofres da igreja ao longo dos séculos! Entretanto, como não é enaltecido os méritos de Cristo para a nossa salvação, fica claro, que “A doutrina de Roma, segundo a qual, cada missa é um sacrifício verdadeiro, na qual o Cristo ressuscitado está presente corporalmente no altar como uma vítima que é oferecida outra vez pela Igreja a Deus Pai, como expiação pelos pecados da humanidade” se encaixa na condenação de Jesus como um Falso Cristo Mt. 24.4-5. Cristo se sacrificou por cada um de nós e ordena aos seus seguidores que preguem esta notícia à todos. Uma vez que sem os seus pecados o Pai os considera santos, justos e herdeiros do seu Reino Celestial. Mas, o que faz Roma? – Devolve este sacrifício à Deus, como se Ele precisasse dele! Nós, não! Se isto não é ensino de demônios, então me diga o que é?! Por causa disto Lutero afirma: - “A doutrina de que a Santa Ceia é um sacrifício verdadeiro, embora incruento, pelos pecados dos vivos e dos mortos é uma simples invenção humana, sem fundamento qualquer na palavra de Deus.”
Então, diz Jesus, não esqueçam nunca, que me sacrifiquei até a morte, não para que alguns garantam o seu meio de vida, mas, para que cada um de vocês sejam perdoados dos seus pecados e que o Senhor os considerem santos, justos e herdeiros do seu Reino Celestial! Algo que vale a pena repetir!
Só o Eterno consegue enxergar dentro do coração de cada um para saber se lá reina Cristo como Senhor e Salvador!
Que sejamos achados entre o povo que Jesus veio salvar! Mateus 1.21
Amém!
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